17 novembro 2016

DIA DO NÃO FUMADOR

O Dia do não fumador foi assinalado na EPDRAC através de um trabalho em que participaram os alunos do 9ºA, Helena Madeira, Sofia Moura, Pedro Moisés, Francisco Carvão, Cláudio Bragança, Daniel Mileu e Dylan Almeida e as professoras Vera Lacão, Rosário Dias e Cristina Nunes, de Português, de Ciências Naturais e de História e Geografia. 
Os alunos pesquisaram as regras e os malefícios do tabaco e aplicaram o que aprenderam na construção dos slogans, que depois transpuseram para os cartazes aqui publicados.


Ficaram muito expressivos, passando de forma eficaz a mensagem sobre os perigos associados ao consumo de tabaco.

09 novembro 2016

CONVITE AOS NOVOS ALUNOS

As bibliotecas escolares foram criadas para as escolas e, se os alunos são a razão de ser das escolas, são-no também das bibliotecas escolares. 
Por esse motivo e como noutros anos, "convidámos" os novos alunos da EPDRAC a vir conhecer a nossa biblioteca, a usá-la e a dar-lhe vida; colaborou nesta iniciativa a professora de Português Vera Lacão.
A BiblioEPDRAC tenciona continuar a dinamizar algumas das atividades já desenvolvidas anteriormente e arrancar com novos projetos incluídos no Plano de Atividades a aprovar.
Um dos grandes desafios para este ano letivo é a criação da base de dados  concelhia, centralizada num website, que disponibilizará a informação e o fundo documental das três bibliotecas da vila: a municipal, a do AECAC e a da EPDRAC. 

03 novembro 2016

PROJETO DE ATRELAGEM NA EPDRAC

Com a finalidade de promover e dinamizar a modalidade de Atrelagem na EPDRAC, realizou-se no dia 2 de Novembro, pelas 11horas, na Biblioteca da escola, uma palestra para os alunos do 2º e do 3º ano do curso TGE e para os alunos do curso de Acompanhante de Turismo Equestre.
 J. Alexandre Matos, membro da direção da Associação Portuguesa de Atrelagem em Atrelagem de Tradição, fez um apontamento sobre a história da modalidade, do seu aparecimento nas Olimpíadas na Grécia e relevância no Império Romano. Para mostrar a importância das corridas de carros puxados a 2 ou a 4 de cavalos (as bigas e as quadrigas, respectivamente), conduzidos pelos aurigas, o orador nomeou Caio Apúlio Diócles , um lusitano que em 24 anos de carreira, participou em 4257 corridas, venceu 1462 e ficou em segundo lugar em 1437. Diócles ganhou durante a sua carreira mais de 35 milhões de sestércios, o que corresponde actualmente a 13 mil milhões de euros. É de crer que a maioria dos cavalos utilizados fossem Lusitanos, dada a fama que tinham no Império Romano.
Os aurigas podiam ser escravos ou homens livres, ganhavam muito dinheiro (se sobrevivessem) e poderiam tornar-se ricos e famosos.
O Circo Maximo, com capacidade para 250.000 espectadores, era a maior construção da cidade de Roma e o grande palco onde as Bigas e Quadrigas competiam. 

Já na parte da tarde iniciou-se o trabalho à guia com as poldras que vão ser utilizadas na atrelagem e que foram desbastadas pelos alunos da EPDRAC no ano letivo passado.
A coordenar este projeto e o diálogo com a Coudelaria de Alter, proprietária das poldras, está a professora da disciplina de Turismo Equestre, Ana Casquilho Ribeiro, que conta com o apoio de Manuel Henriques.


·   http://www.cavalo-lusitano.com/ficheiros_artigos/cavalo-lusitano-seculo-i-nos-hipodromos-romanos-j-alexandre-matos(1).pdf


02 novembro 2016

DIA DE FINADOS


É dia 2 de novembro, conhecido entre nós como Dia de Finados  ou de Fiéis Defuntos.
Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que tinham morrido. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, por aqueles por quem ninguém rezava. Mais tarde, foi institucionalizado o dia 2 de Novembro, adotado pelos cristãos para lembrar todas as pessoas já falecidas. Os familiares dos defuntos vão ao cemitério para rezar pelas suas almas e pôr flores na campa.
Mas não são só os cristãos que recordam os seus defuntos, e os defuntos não são recordados da mesma forma por todos os cristãos em todas as culturas.

No México a morte é encarada de forma divertida, engraçada e festiva, representada por caveiras, em que cada caveira brincalhona tem um significado. O Dia de Finados é conhecido como o Día de los Muertos  (Dia dos Mortos) e é uma festa, uma das maiores comemorações do país, que começa no dia 31 de Outubro e termina na noite do dia 2 de Novembro, embora possa se esticar até meados do dia 3 e 4. 
http://mosca-branca.blogspot.pt/2013_11_01_archive.htmln 
Para os mexicanos, a morte é uma parte da vida, e não um momento de tristeza. As almas vão para um lugar melhor e, por isso, não há motivo para chorar. Eles acreditam que no Día de los Muertos  as almas têm permissão para voltar ao mundo dos vivos e reencontrar os seus entes queridos. 
Por isso esse dia é um motivo de festa para quem está vivo – e passar um dia e uma noite celebrando esse reencontro é uma forma de mostrar carinho e amor aos que passaram para o outro lado.
Antigamente, nas pequenas cidades do México, as famílias enterravam os mortos debaixo de suas casas porque o morto continuava a fazer parte da família. Assim, no Día de los Muertos, as grandes ceias eram feitas em casa, pois a família já estava toda “reunida” e no mesmo lugar.

Com o passar dos anos e como já não é possível enterrar os mortos em casa, as famílias fazem a ceia desse dia no cemitério.Em alguns lugares, existe um ritual em que a família vai para o cemitério e retira os ossos do morto do túmulo para limpar. Para eles, limpar os ossos do morto é a demonstração máxima do amor que ainda sentem. Após a limpeza os ossos são devolvidos ao túmulo.
Adaptado de: